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Consultor contábil, seja estratégico para o cliente
Gestão

O que você é para o cliente: contador ou consultor contábil?

20 September 2018 SALVAR
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Antes você era como um escritor que narrava a trajetória Fiscal das empresas aos órgãos de fiscalização. Conferia um a um os relatórios de folha-ponto e contabilizada o salário dos funcionários. Usava a régua para checar os cálculos de impostos e gerar as guias de recolhimento. Mas ser especialista contábil hoje exige flexibilidade para compreender a transformação tecnológica.

Você sente saudade? Está em crise diante das mudanças?

Não é nada fácil ver parte do que você sabe cair por terra e estar diante do desafio da renovação do seu próprio conhecimento. Mesmo que seja incômodo ter que aprender a lidar com um sistema de contabilidade, por exemplo, a tecnologia simplifica processos, antes estritamente manuais.

As rotinas extenuantes e repetitivas, que pouco permitiam tempo para refletir sobre como ser mais estratégico para o cliente, foram substituídas. Hoje a escrita do livro fiscal tem comandos efetuados por automação, não dependendo do seu esforço para ocorrer.

O Livro de Entradas, por exemplo, fica disponível em alguns cliques no software para contador. A tecnologia na contabilidade poupa você de percorrer o caminho de conferência das notas fiscais emitidas pelo cliente para, então, gerar um demonstrativo ou um documento para prestação de contas.

Você precisa entender que o tempo que sobra significa uma oportunidade de mudança. Perceba que a profissão de contador não está entre as mais procuradas do primeiro semestre de 2018. Mas entre as mais bem pagas e requisitadas figuram requisitos específicos dos especialistas contábeis.

Mesmo que não trabalhe em um departamento de empresa, nas companhias haverá o CFO (Chief Financial Officer), o Controller e outras funções em alta que dependem dos conhecimentos de contábeis. A formação em contabilidade, muitas vezes, é exigida como requisito.

Entende a importância de ser mais estratégico? É dessa forma que novas possibilidades surgem tanto para o seu escritório quanto para os seus clientes, pois a contabilidade muda de figura, mas continua sendo essencial.

Quer saber como começar hoje a ser melhor na consultoria contábil?

Siga esses três passos para ir além no uso da tecnologia na contabilidade!

1.   Elaboração de demonstrativos com o sistema de contabilidade

Demonstrativos são uma forma de conhecer o desempenho financeiro e contábil dos seus clientes. Disso você já sabe. Mas talvez ainda não conheça o papel de um sistema de contabilidade completo nesse processo.

A tecnologia permite que seu escritório forneça conhecimento a empresas contratantes e ao seu próprio negócio. Ou seja, não vale o ditado que diz que em “casa de ferreiro o espeto é feito de madeira”. Você também pode fazer do lado de dentro o gerenciamento que oferece como serviço ao consumidor externo.

Pensando nas suas ofertas, elas precisam provocar a sensação de ganho e vantagem ao mostrar que vão além das expectativas. Os clientes, por exemplo, necessitariam de vários aplicativos de BI (Business Inteligence) para saber tudo sobre as finanças da empresa.

Mas por que você deixaria isso acontecer se conhece todo o cenário financeiro do negócio?

Um software para contador organiza os dados de movimentações financeiras de modo automático, restando a você alguns comandos para executar previsões, análises e exportação de relatórios.

O resto fica por conta da sua interpretação e capacidade de tradução do mundo contábil para o cliente. Essa é a grande tarefa da contabilidade consultiva: decifrar o que a tecnologia contábil domina.

Com um sistema de contabilidade você produz automaticamente:

  •      Balanços patrimoniais;
  •      Demonstrativos de Resultado (DRE);
  •      Demonstrativos de lucro ou prejuízo;
  •      Demonstrativos de fluxos de caixa.

Esse é o primeiro passo para começar a ir além nas suas práticas diárias: investir no sistema de contabilidade e observar os resultados aparecerem a partir da prática de consultoria.

2.    Ajuda na escolha e previsão de investimentos

Quando uma empresa vai bem é mais fácil se acomodar e mais difícil de perceber que negócio lucrativos precisam investir. Fazer o dinheiro trabalhar a favor do negócio significa amadurecimento.

Pense o seguinte: o cliente criou produtos ou serviços diferenciados, encontrou um nicho, assumiu a liderança em praticamente todas as frentes de atuação, o que resta agora? Investir. Colocar os lucros para render em cartas, ações e até imóveis para liquidez a longo prazo.

A maioria das empresas que fracassa trabalha pelo dinheiro. Isso mesmo! Elas não têm uma visão de que tudo o que ganham também pode se tornar uma fonte de receita. Às vezes até podem mostrar o ímpeto de investir, mas temem comprometer o capital de giro.

É seu papel, como consultor contábil, apontar os melhores caminhos. Para quem quer liquidez e segurança para fazer as retiradas, imóveis não devem ser uma opção de investimento. Neste caso, vale estudar as ofertas de Instituições Financeiras e escolher as alíquotas e prazos que mais rendem lucro.

As ofertas principais dos bancos são:

  •      CDB (Certificado de Depósito Bancário);
  •      LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) e LCI (Letra de Crédito Imobiliário);
  •      Tesouro Direto;
  •      Fundos de Investimento.;

Outra forma de investir é comprar empresas menores ou, simplesmente, apoiá-las comprando partes e entrando em sociedade. Isso vem acontecendo com bastante frequência depois que a onda das startups invadiu o Brasil.

O seu papel de consultoria contábil é mostrar ao cliente em quais empresas iniciantes confiar. Aquelas que cuidam da contabilidade e das finanças, com demonstrativos no azul e previsões claras de lucro e despesas, devem contar com o seu aval. Afinal de contas, 30% delas não se mantêm no mercado.

Vale também consultar a formação societária, já que quando há muitos sócios, o retorno financeiro diminui, pelo lucro ser dividido entre muitas pessoas. Além disso, verifique quanto será possível e é indicado investir de início. Reservar valores de R$50 mil a R$350mil, pedindo de 5 a 20% de posse da empresa seria um bom começo.

Um software para contador pode ajudar a identificar quais valores e prazo sugerir. Assim, você consegue ser mais estratégico e exercer a contabilidade consultiva, dando o segundo passo para ir além.

3.    Estímulo para a redução custos

Se para as empresas que você assessora é difícil chegar ao nível de investidora, o próximo passo que você deve dar tem a ver com a redução de custos.

Afinal de contas, uma forma de sobrar para os investimentos é enxugar os gastos. Por isso, ter um olhar de auditor sobre o negócio de cada cliente torna o seu serviço mais estratégico e consultivo.

Sabe como você pode exercer essa função?

Ao escolher um software para contador que ofereça possibilidade de escrita fiscal, de gestão contábil e de execução da folha de pagamento dos clientes. Com essas funcionalidades, você já consegue ver por que o cliente não vê o dinheiro ao final do mês.

Você pode indicar, a partir dos demonstrativos, modos de reduzir custos. E, então, percebe que um passo está ligado ao outro e todos se encontram no sistema de contabilidade.

Para ser realmente um consultor contábil, invista no software para contador, assim como tantos escritórios que colhem os frutos do sucesso com os clientes. Dúvida? Assista a esses cases e continue a frequentar o blog das Soluções Domínio da Thomson Reuters.

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