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Eficiência financeira para PMEs em 2026
Inteligência Artificial

Eficiência financeira para PMEs em 2026: por que integração importa 

12 dezembro 2025 SALVAR
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O ano de 2026 combina fatores que tornam a eficiência financeira das PMEs um tema central para a estabilidade do negócio.  

Confira alguns desses fatores: 

Reforma tributária 2026 

reforma tributária inaugura em 2026 uma fase em que os escritórios e as PMEs lidam, ao mesmo tempo, com cálculos tradicionais e com a lógica da CBS e do IBS. 

Esse período exige comparações mais frequentes, conferências adicionais e acompanhamento de regras que ainda estão em evolução.  

Cada decisão fiscal passa a depender de dados consistentes, o que aumenta a necessidade de sistemas integrados e reduz espaço para controles manuais. 

Eventos sazonais e calendário pressionado 

Além disso, alguns eventos que ocorrerão em 2026, tornam o ano mais irregular. A Copa do Mundo, por exemplo, altera padrões de consumo e cria variações de demanda ao longo dos meses. E as eleições municipais influenciam expectativas locais. Além disso, há os feriados prolongados que diminuem a quantidade de dias úteis disponíveis para fechamento de mês, repasses, análises e conciliações.  

Pressão por eficiência e competitividade 

busca por eficiência também se intensifica porque clientes esperam respostas mais rápidas, enquanto concorrentes avançam com ferramentas capazes de reduzir erros e diminuir tarefas repetidas 

E, em um cenário de menos tolerância a atrasos, a PME que ainda depende de controles fragmentados tende a sentir mais incertezas sobre fluxo de caixa, provisões e obrigações mensais. 

Nesse contexto, a gestão contábil integrada deixa de ser uma conveniência e passa a ser um caminho claro para redução de inadimplência, previsibilidade e segurança operacional. 

Ao longo deste conteúdo, mostraremos quais são os principais fatores que sabotam a eficiência financeira das PMEs e como a automação contábil atua na prática para enfrentá-los. 

Os principais fatores que sabotam a eficiência financeira das PMEs 

Certos padrões se repetem e criam obstáculos silenciosos para a eficiência financeira das PMEs.  

Esses pontos costumam estar dispersos no dia a dia e afetam diretamente a previsibilidade, organização e capacidade de manter uma gestão contábil integrada.  

A seguir, reunimos os quatro vilões que mais contribuem para atrasos, perdas e decisões desalinhadas. 

Trabalho manual e retrabalho 

Grande parte das falhas financeiras nasce da repetição de tarefas que poderiam ser automatizadas. A digitação duplicada, os controles paralelos e as conferências extensas ampliam a margem de erro e aumentam o tempo gasto em atividades operacionais. Esse acúmulo afeta prazos, reduz produtividade e eleva o custo interno do processo. Além disso, quanto maior a dependência do trabalho manual, maior a dificuldade em manter dados consistentes para análises que sustentam decisões seguras. 

Inadimplência por falta de gestão 

A inadimplência nem sempre está ligada ao cliente que não quer pagar. Muitas vezes, ela surge pela ausência de acompanhamentos sistemáticos, pela cobrança tardia ou pelo desconforto da equipe em realizar contatos recorrentes.  

Sem uma rotina estruturada de lembretes e registros, o ciclo de caixa torna-se imprevisível e dificulta o planejamento. Por isso, a redução da inadimplência depende menos de esforço individual e mais de processos claros, capazes de organizar etapas e padronizar interações com cada devedor. 

Falta de visibilidade financeira 

Outro vilão comum é a fragmentação das informações. Quando dados ficam espalhados em planilhas, aplicativos isolados ou sistemas que não conversam entre si, o resultado são relatórios atrasados e decisões tomadas sem visão completa do negócio.  

A ausência de uma estrutura única que reúna obrigações, recebimentos e provisões enfraquece a tomada de decisão e impede o alinhamento entre áreas. Isso compromete tanto o trabalho do contador quanto o controle diário da empresa. 

Erros em cálculos de benefícios e encargos 

A rotina trabalhista também contribui para distorções financeiras quando depende de cálculos manuais de provisões e de conferências paralelas entre folha e contabilidade. Divergências geram surpresas no fechamento, criam instabilidade no caixa e expõem a PME a riscos de passivos trabalhistas. Nesse cenário, ferramentas de automação contábil têm papel importante ao reduzir inconsistências e manter previsões mais precisas ao longo do mês. 

A integração como base da eficiência financeira das PMEs 

A soma desses quatro fatores mostra que as dificuldades não surgem de um único ponto, mas da falta de conexão entre áreas que deveriam operar de maneira contínua.  

Quando contabilidade, financeiro e benefícios funcionam de forma isolada, cada setor produz informações incompletas, o que amplia retrabalho, aumenta a chance de inconsistências e compromete a eficiência financeira das PMEs.  

Redução de trabalho manual 

integração entre sistemas permite que dados circulem automaticamente evitando etapas repetidas que costumam consumir grande parte do tempo da equipe. Informações já registradas não precisam ser digitadas novamente, o que reduz erros e diminui a necessidade de conferências extensas. Com processos conectados, o escritório e a PME lidam com bases centralizadas, rastreáveis e mais confiáveis, o que abre espaço para ganhar agilidade nas tarefas que sustentam o fechamento de cada mês. 

Menos inadimplência 

A inadimplência tende a cair quando a empresa conta com fluxos automatizados de cobrança, registros padronizados e lembretes programados. A integração facilita essa dinâmica porque conecta informações de faturamento, recebimentos e histórico do cliente em um só ambiente. Isso torna o acompanhamento mais consistente e ajuda a prever o fluxo de caixa com maior precisão. Assim, a redução da inadimplência deixa de depender de controles individuais e passa a seguir regras estáveis, o que diminui esquecimentos e evita abordagens tardias. 

Melhora na visibilidade financeira 

A falta de visibilidade financeira costuma estar ligada à fragmentação de dados. Quando todas as informações são integradas, relatórios deixam de ser construídos manualmente e passam a refletir o status das operações quase em tempo real. Essa clareza ajuda o dono da PME a acompanhar obrigações, projeções e recebimentos com mais confiança. Além disso, a integração aproxima as áreas contábil, fiscal e financeira, criando um fluxo mais eficiente de informações que apoia decisões diárias e estratégicas. 

Menos erros em benefícios e encargos 

Os cálculos de benefícios e encargos ganham precisão quando a folha e a contabilidade operam com a mesma base de dados. A integração remove a necessidade de lançar informações manualmente em múltiplos sistemas, o que reduz divergências e diminui as chances de surpresas no fechamento. 

Com cálculos automáticos e previsões mais estáveis, a empresa se organiza melhor para cumprir obrigações trabalhistas e mantém o caixa ajustado ao longo do mês. Essa automação fortalece a segurança das rotinas e reduz riscos de inconsistências. 

Como o ecossistema Domínio traduz isso na prática 

A integração ganha forma concreta quando os dados circulam sem interrupções entre o banco, o financeiro da PME e o sistema contábil do escritório.  

E o ecossistema Domínio Contabilidade Digital foi estruturado para sustentar exatamente esse fluxo, reduzindo etapas manuais, ampliando a confiabilidade das informações e permitindo que cada parte do processo funcione com mais previsibilidade.  

Veja a seguir como cada componente contribui para esse movimento integrado. 

Contabilidade Digital 

Contabilidade Digital é o ponto central dessa arquitetura. Ela substitui processos manuais de captura, conferência e digitação de extratos por uma conexão automática com as instituições financeiras.  

O modelo híbrido combina APIs bancárias de grandes bancos com Open Finance para ampliar cobertura e garantir estabilidade.  

Com isso, os dados chegam diretamente ao sistema já categorizados e prontos para conciliação, reduzindo divergências e fortalecendo a qualidade das análises. 

Super App e Internet Banking 

Super App e o Internet Banking funcionam como a porta de entrada para o cliente do escritório. É nesses ambientes que o empresário autoriza, de forma simples e segura, o compartilhamento dos dados bancários. 

Essa etapa elimina envios de extratos por e-mail ou mensagens e permite que as informações fluam automaticamente após o consentimento. A conexão acontece uma única vez e sustenta a rotina contábil sem interferências manuais. 

Conta Digital (Conta PJ integrada) 

Para resolver a fragmentação bancária e custos com tarifas, a solução oferece uma conta digital nativa e gratuita para a PME. O grande diferencial é que toda movimentação feita nesta conta já nasce contabilizada dentro do sistema do escritório, eliminando 100% do retrabalho de conciliação. 

Domínio Benefícios 

No campo trabalhista, o Domínio Benefícios integra informações de benefícios e encargos ao restante das rotinas. Os dados registrados nessa camada seguem diretamente para a contabilidade, evitando retrabalho, reduzindo divergências entre folha e financeiro e garantindo cálculos mais estáveis ao longo do mês. Essa conexão ajuda a prevenir surpresas no fechamento e apoia a PME no cumprimento das obrigações trabalhistas. 

Domínio Cobranças 

As rotinas de cobrança também se beneficiam da integração. O Domínio Cobranças reúne regras automáticas, lembretes e histórico padronizado, o que facilita o acompanhamento do ciclo de recebimentos. Quando conectado à Conta Digital e ao fluxo contábil, esse módulo ajuda a reduzir inadimplência ao tornar os processos mais consistentes e previsíveis, sem depender de controles isolados ou anotações manuais. 

Painel de conciliação 

Do lado do escritório, o Painel de Conciliação oferece uma visão organizada de todas as conexões, mostrando status, datas de atualização e eventuais reconexões necessárias.  

O sistema cruza lançamentos, interpreta juros e multas automaticamente e destaca pontos que precisam de atenção. Essa rastreabilidade, somada à automação dos dados bancários, permite que a equipe reduza tempo em etapas repetitivas e dedique mais foco à análise. 

Eficiência para crescer em 2026 

A soma dos fatores que moldam 2026 mostra que a pressão sobre rotinas financeiras não será resolvida com controles improvisados.  

A PME que tentar compensar complexidade com esforço manual tende a acumular retrabalho, conviver com incertezas e perder tempo que deveria estar direcionado ao crescimento do negócio. 

O caminho mais seguro passa por integração, previsibilidade e dados confiáveis. Nesse cenário, o contador assume papel técnico e orientador, apoiando na eficiência financeira da PME e ajudando a transformar informações dispersas em análises consistentes.  

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