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Guia da boas práticas do marketing contábil
Marketing

Marketing na contabilidade: o que fazer e o que evitar?

08 November 2018 SALVAR
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Quando o contador digital percebe que o marketing contábil vai ajudá-lo a conquistar mais clientes e manter o escritório financeiramente saudável ao longo do tempo, parece que “vira uma chave”. E aí, começa uma busca intensa para descobrir o que os outros escritórios estão fazendo nesse sentido.

Ao ver um site interessante de um concorrente, por exemplo, você pode se pegar pensando: “o que tem de diferente aqui que deu este resultado tão legal?”. Ou quando se depara com uma postagem no LinkedIn e na hora vem “Puxa, eu também pensei nisso! Por que eu não fiz um post desses?”. E por aí vai.

Essa pesquisa de mercado é bem importante e tem até um nome técnico: chama-se Benchmarking. Ao buscar referências externas, você está identificando as melhores práticas que os contadores digitais estão aplicando em seus negócios.

Se você ainda não começou esse trabalho ou sente que poderia fazer algo diferente, este post está sob medida!

Listamos as boas práticas do marketing na contabilidade, começando pelo plano de marketing, no qual você deve considerar, principalmente: o site, as redes sociais e as ferramentas de comunicação direta.

Para arrematar, concluímos o post com as principais restrições que o Código de Ética Profissional do Contador (CEPC) delimita para a divulgação da sua empresa contábil.

Vamos começar!

Plano de Marketing Contábil

O plano de marketing do contador digital vai funcionar para manter o foco no objetivo, em meio a tantas “atrações” e “distrações” da internet.

Antes de começar o plano, portanto, é preciso definir ao menos um objetivo a ser alcançado, que pode ser:

  • Ampliar a carteira de clientes em 10%*;
  • Conquistar credibilidade e autoridade (gerando público para um curso online*);
  • Atrair parceiros de negócios para entrar em determinado nicho de mercado (marcando 5 reuniões*);
  • Buscar novos talentos para trabalhar no escritório (recebendo 20 currículos*).

* Cada objetivo deve estar atrelado a um prazo para que as ações possam ser mensuradas e/ou revisadas.

No plano também será preciso estabelecer as principais competências do escritório, o seu público-alvo, a forma como o trabalho é entregue e os canais utilizados para comunicação. Ou seja, para desenhar o plano de marketing contábil, o contador digital deve ser capaz de responder a quatro perguntas fundamentais:

 

  • O quê?
  • Para quem?
  • Como?
  • Em quais canais comunicar?

 

Ilustrando com um exemplo prático:

  • Consultoria contábil nas áreas: fiscal, tributária e previdenciária.
  • Empresas médias e grandes.
  • De forma online e com sistemas integrados.
  • Site, LinkedIn e e-mail.

Com essas informações definidas, é hora de colocar a mão na massa e fazer o plano do contador digital se tornar realidade usando as boas práticas do mercado.

  • Desenvolvimento do site do escritório de contabilidade

Como você já leu aqui no blog, ter um site profissional e atualizado é o passo zero para uma estratégia eficiente de marketing contábil. Fazendo uma analogia, é como se ele fosse o terreno no qual será construída a sua casa. Tudo precisa ter a sua cara, comunicar quem é você.

Além de representar o perfil do escritório contábil, um bom site vai direto na “dor” do público-alvo, demonstrando sua capacidade em resolver determinados problemas.

Não sabe por onde começar seu site? Vale conhecer o Domínio WebSites, uma ferramenta de criação de sites exclusiva para escritórios de contabilidade. Com um excelente custo-benefício, é possível criar uma página personalizada e ainda conquistar um bom posicionamento nas pesquisas via Google. Faça uma simulação aqui!  

Um benchmarking muito interessante para fazer é visitar o site da ARTDATA Contábil. Além da página inicial, há um blog recheado de informações relevantes para clientes e visitantes em geral.

Site da ARTDATA Contábil

 

  • Uso de redes sociais

 

Durante sua apresentação no Synergy 2018, evento de inovação e tecnologia para o mercado contábil promovido pela Thomson Reuters, o head de marketing da empresa, Rodrigo Barros , afirmou que os consumidores lêem cerca de sete avaliações antes de confiar em um negócio. O executivo ainda contou que as opiniões online já têm 84% da preferência na tomada de decisão (em relação às indicações de referências “offline”).

Soma-se a isso, o fato de 62% da população nacional estar conectada por meio das redes sociais.

Os números são bastante expressivos, o que têm levado empresas a desenvolverem estratégias específicas de atuação nessa seara. Com o contador digital não seria diferente!

Ao fortalecer a identidade nas redes sociais, sua empresa constrói credibilidade e torna-se referência para seus seguidores. Com esse trabalho de marketing na contabilidade, é possível angariar novos clientes, colaboradores, parceiros e até mesmo admiradores do trabalho desenvolvido.

Confira as boas práticas de marketing contábil nas redes sociais:

  • Tenha um perfil só para a empresa: não utilize seu perfil pessoal para realizar postagens do trabalho, não soa profissional;
  • Gere conteúdo exclusivo: você até pode compartilhar informações de outras fontes, mas é importante oferecer uma análise sua que ajude o leitor a tomar decisões;
  • Interaja com o público da página: lembre-se que a finalidade das redes sociais é o relacionamento e não a simples postagem de conteúdo. É uma via de mão dupla.

O LinkedIn, especificamente, é a maior rede social de negócios do mundo e, por isso, demanda uma atenção especial. Preparamos um post com todas as dicas e melhores práticas desta rede. É só clicar aqui!

 

  • Ferramentas de comunicação direta com os clientes

 

Estar próximo ao cliente é uma habilidade nativa do contador. Isso nem se discute! O que está em pauta neste novo momento é a forma de fazer, com novas estratégias e ferramentas.

O e-mail continua em alta, sendo utilizado por quase 70% das pessoas que acessam a internet no Brasil, de acordo com reportagem publicada no jornal Valor Econômico. Assim, aproveitar esse recurso para manter seus clientes e potenciais cliente atualizados é uma ótima ideia.

Aplicativos de comunicação como o Skype e o Whatsapp Business, também são bons aliados para manter a comunicação próxima e ágil ao mesmo tempo.

Para essas soluções, as boas práticas recomendam:

  • Ser objetivo na transmissão da mensagem: ao anunciar uma mudança na legislação, por exemplo, não coloque apenas um link para a lei na íntegra. Explique o que muda e como seu cliente pode se adequar.
  • Evitar termos técnicos: o que é natural para você, pode ser de outro planeta para seu cliente. Releia e aperte a tecla “SAP”!
  • Não exagerar na quantidade: lotar a caixa de e-mail ou fazer o celular do seu cliente apitar várias vezes não lhe ajuda. Preze pela qualidade.

Ao se basear nas boas práticas, o contador digital também precisa considerar as restrições existentes para fazer marketing na contabilidade.

O Código de Ética Profissional do Contador (CEPC) está passando por uma revisão no CFC (Conselho Federal de Contabilidade), principalmente para garantir uma concorrência leal. No entanto, a nova versão ainda está em trâmite interno.

Enquanto a atualização não é divulgada, veja os principais tópicos sobre o que NÃO fazer no seu marketing contábil, de acordo com o código vigente:

Limites do Código de Ética  

  • O maior, o melhor, o mais competente…

Fuja de afirmações que façam seus concorrentes parecerem inferiores de alguma forma. Prefira divulgar suas qualidades e diferenciais sem comparações.

  • Contabilidade por “R$29,90/mês”!

Anunciar preço antes de entender as demandas de cada cliente e a complexidade do trabalho está fora de cogitação para o CFC.

  • Promoção: IRPF 2 por 1

Divulgar ofertas promocionais para “assediar” clientes de outros escritórios caracteriza concorrência desleal e é visto como infração ao código.

  • Cliente do escritório “X” não paga ICMS

Publicar informações enganosas para “fisgar” clientes é proibido pelo código de ética e fere também o Código de Defesa do Consumidor (CDC).

Observação: o código se aplica, também, às prerrogativas profissionais dos técnicos em contabilidade.

Fonte: CFC

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